Química - vol 4 - 1º ano


Caderno do Aluno
ensino médio 1º série
Química


SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

QUANTIDADE DE MATÉRIA E SUA UNIDADE (MOL)

Exercícios em sala de aula

Páginas 4 - 5

massa de arroz
0,020 g 1 000 g


número de grãos de arroz 1 grão
X

Assim, em 1 kg de arroz, tem-se cerca de 50 000 grãos desse alimento.

2. Os alunos podem apresentar os nomes que quiserem para a unidade de quantidade de

grãos. São apresentados alguns exemplos:

Nome da unidade: batoque

Nome da unidade: sacada

3. “Assim como em uma dúzia (1 dz) temos 12 unidades, em um(a) batoque (1 bq)

temos 50 000 grãos”. Ou: “Assim como em uma dúzia (1 dz) temos 12 unidades, em

um(a) sacada (1 scd) temos 50 000 grãos.”

massa de arroz
1 kg 5 kg


 X  5 bq
quantidade de grãos de arroz 1 bq
X

1 bq
5 bq
50 000 grãos  5 bq
quantidadede grãos de arroz


X
 X  250 000 grãos
número de grãos de arroz
50 000 grãos
X
1 bq
ou, simplesmente, 5 × 50 000 = 250 000 grãos

massa de arroz
1 kg
X


 X  10 kg
quantidade de grãos de arroz 1 bq 10 bq

1000 g  1 grão

0,020 g



X 

X  50 000 grãos

Símbolo:

__

Símbolo:

bq

scd

1

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

Número de grãos

50 000

500 000

100 000

5 000

600 000

Quantidade de grãos na

unidade criada (___)

1

10

2

0,1

12

Massa de arroz

1 000 g

10 kg

2 kg ou 2 000 g

100 g ou 0,1 kg

12 kg ou 12 000 g

7. Se 1 bq de feijão equivale a 50 000 grãos de feijão, então, em 3 bq de feijão têm-se:

3 × 50 000 = 150 000 grãos de feijão.

0,15 g
massa de milho
X


número de grãos de milho 1 grão 50 000 grãos

Sabendo que 50 000 grãos de milho equivalem a 7 500 g, pode-se dizer também que

1 bq de milho equivale a 7 500 g. Dessa forma, em 5 bq de milho têm-se:

5 × 7 500 = 37 500 g de milho ou 37,5 kg de milho.

9. 2 bq de feijão equivalem a: 2 × 50 000 = 100 000 grãos de feijão.

Como 1 grão de feijão tem massa 0,40 g, então, 100 000 grãos de feijão terão:

100 000 × 0,40 = 40 000 g ou 40 kg.

5 bq de milho equivalem a: 5 × 50 000 = 250 000 grãos de milho.

Como 1 grão de milho tem massa 0,15 g, então, 250 000 grãos de milho terão:

250 000 × 0,15 = 37 500 g ou 37,5 kg.

Assim, 2 bq de feijão têm massa maior do que 5 bq de milho.



X  7 500 g

2

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

Exercícios em sala de aula

Páginas 6 - 8

1. Três ideias principais devem ser contempladas nesse resumo:



mol é a unidade de quantidade de matéria que foi estabelecida tendo como

padrão o número de átomos de carbono contidos em 12,0 g de carbono;

essa unidade equivale a 6,0 × 1023 partículas;





o mol pode ser usado para representar quantidades de qualquer espécie química.

2. O quadro pode ser completado assim:

Unidade de quantidade
de grãos

batoque

Unidade de quantidade de
matéria

Nome da unidade

Símbolo da unidade

Massa de matéria
estabelecida como padrão

Número de partículas
nessa porção de matéria

bq

1 kg de arroz

mol

mol

12,0 g de carbono

50 000 grãos de arroz

6,0 × 1023 átomos de carbono

3. O quadro pode ser completado assim:

Fórmula
da
substância

Massa molecular (massa
de 1 partícula da
substância)

Massa molar (massa
de 1 mol de partículas
da substância)

Massa de
diferentes
quantidades de
matéria

CaCO3

Fe2O3

NaCl

CH4

C2H5OH

(40 + 12) + (3 × 16) = 100 u

(2 × 56) + (3 × 16) = 160 u

23 + 35,5 = 58,5 u

12 + (4 × 1) = 16 u

(2 × 12) + (6 × 1) + 16 = 46 u

100 g/mol

160 g/mol

58,5 g/mol

16 g/mol

46 g/mol

2 mol = 200 g

0,5 mol = 80 g

4 mol = 234 g

0,1 mol = 1,6 g

20 mol = 920 g

3

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

4. O quadro pode ser completado assim:

Número de partículas

6,0  1023

12,0 × 1023 ou 1,2 × 1024

12,0 × 1023 ou 1,2 × 1024

18,0  1023

12,0 × 1023 ou 1,2 × 1024

Quantidade de matéria
(mol)

1 mol de O2

2 mol de O2

2 mol de C

3 mol de C

2 mol de Fe

Massa (g)

32 g

64 g

24 g

36 g

112 g

Páginas 8 - 9

1. A massa molar da água é 18 g/mol. A massa molecular representa a massa de uma

única partícula e a massa molar representa a massa de 1 mol de partículas.

2. Em 56 g de ferro existe 1 mol de átomos de ferro, ou seja, 6,0 × 1023 átomos de ferro.

56 g
2,8 g

23
X
6,0 10 átomos

Outra maneira de resolver a questão é observar que, como a massa de ferro contida

no prego é vinte vezes menor do que a massa de 1 mol (56/2,8 = 20), o número de

átomos será vinte vezes menor (6,0  1023 / 20 = 3,0 × 1022 átomos de ferro).

4. Massa molar do CO2 = 12 + (2 × 16) = 44 g/mol

Como 1 mol de CO2 tem massa de 44 g, então, em 22 g dessa substância tem-se

0,5 mol, o que equivale a 3,0 × 1023 partículas de CO2. Nessa quantidade de

partículas de CO2 tem-se 3,0 × 1023 átomos de C e 6,0 × 1023 átomos de O.

6,0 10 23 átomos  2,8 g
56 g



X



X  3,0 10 22 átomos de ferro

4

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

PREVISÃO DAS QUANTIDADES DE REAGENTES E DE
PRODUTOS NAS TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS

Exercícios em sala de aula

Páginas 10 - 11

Nome das
substâncias

Quantidade
de matéria
em mol

2 H2(g)

gás

hidrogênio

2 mol

+

O2(g)

gás oxigênio



2 H2O(g)

água

1 mol

2 mol

a) Para que a quantidade de matéria de água aumente quatro vezes, as quantidades

das substâncias gás hidrogênio e gás oxigênio necessárias para formar 8 mol de água

deverão ser quatro vezes maiores; portanto, serão necessários 8 mol de H2 e 4 mol

de O2.

b) Ao aumentar três vezes a quantidade de matéria de gás hidrogênio, a quantidade

de gás oxigênio necessária será de 3 mol e a de água formada será de 6 mol, ou seja,

diretamente proporcional.

c) A massa de 6 mol de água será:

1 mol 6 mol

18 g
X



X 

6 mol  18 g
 108 g
1

a) Como a proporção entre carvão (C) e dióxido de carbono (CO2) na combustão

completa é de 1:1, a quantidade de matéria, em mol, de carvão será de 0,5 mol.

b) A massa de carvão consumida será de:

5

GABARITO

1 mol 0,5 mol

12 g
X

Ou seja, 0,5 mol equivale à metade da massa de 1 mol de carbono (12/2); portanto,

a massa consumida será de 6,0 g.



Caderno do Aluno

0,5 mol  12 g
 6,0 g
1 mol

X 

Química – 1a série – Volume 4

Questões para análise do experimento

Páginas 13 - 15

1. A primeira transformação deve ser descartada, pois é a única que não forma água.

2a possibilidade de reação

2 NaHCO3(s) → Na2CO3(s) + CO2(g) + H2O(g)

2 mol

a

bec

1 mol

1,8 × 10-2 mol

0,90 × 10-2 mol

a) Na segunda possibilidade, a proporção em mol (coeficientes estequiométricos da

equação) entre NaHCO3 e Na2CO3 é de 2:1, ou seja, a quantidade de matéria de

carbonato de sódio formado é a metade da quantidade de matéria do

hidrogenocarbonato decomposto.

b) Como a massa molar do NaHCO3 é de 84 g/mol, a quantidade de matéria de

1,5 g de NaHCO3 será:

quantidade de matéria
massa

1 mol  1,5 g
84 g

X 

c) Como a quantidade de matéria de Na2CO3 formado é a metade da quantidade de

matéria do hidrogenocarbonato de sódio decomposto, então deve-se formar

0,90 × 10-2 mol ou 9,0 × 10-3 mol de carbonato de sódio (Na2CO3) a partir de

1,8 × 10-2 mol de hidrogenocarbonato de sódio.

1 mol
X

84 g 1,5 g





X  1,8  10  2 mol

6

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

3a possibilidade de reação

2 NaHCO3 (s) → Na2O (s) + 2CO2 (g) + H2O (g)

a

bec

2 mol

1,8 × 10-2 mol

1 mol

0,90 × 10-2 mol

a) Na terceira possibilidade, a proporção em mol (coeficientes estequiométricos da

equação) entre NaHCO3 e Na2O é de 2:1, ou seja, a quantidade de matéria de sólido

formado (Na2O) é a metade da quantidade de matéria do hidrogenocarbonato

decomposto.

b) A resposta é igual à da questão 2b: 1,8 × 10-2 mol.

c) Como a quantidade de matéria de sólido formado é a metade da quantidade de

matéria do hidrogenocarbonato de sódio decomposto, então deve-se formar

0,90 × 10-2 mol ou 9,0 × 10-3 mol de óxido de sódio (Na2O) a partir de 1,8 × 10-2 mol

de hidrogenocarbonato de sódio.

4. Cálculo da massa de Na2CO3:

massa
quantidade de matéria

X = 9,5 × 10-1 g ou 0,95 g

106 g
X

1 mol 9,0  10 3 mol



Cálculo da massa de Na2O:

massa
quantidade de matéria

X = 5,6 × 10-1 g ou 0,56 g

Pela massa obtida experimentalmente (0,90 g), pode-se chegar à conclusão de que a

transformação química ocorrida é a que leva à formação do carbonato de sódio,

Na2CO3, pois o valor previsto teoricamente na segunda possibilidade é o que mais se

aproxima do resultado experimental obtido.

62 g
X

1 mol 9,0  10 3 mol



7

GABARITO

Atividade 2 – Prevendo quantidades envolvidas no processo de

obtenção de ferro e de cobre

Exercícios em sala de aula

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

Páginas 15 - 17

1. Levando em consideração a proporção em mol e em massa, tem-se a tabela:

2 Fe2O3(s)

óxido de
ferro III

+

6 C(s)

carvão

+ 3 O2(g) 

oxigênio

4 Fe(l)

ferro

+

6 CO2(g)

dióxido de
carbono

Proporção
em mol entre
C e Fe

Proporção
em massa
entre C e Fe

6 mol

4 mol

6 mol × 12

g/mol

72 g

4 mol ×

56 g/mol

224 g

Massa de C

necessária

para

produzir 1 t

de Fe

X

1,0 t

massa de C

massa de Fe

72 g
X

224 g 1,0 t



72 g  1,0 t
 0,32 t
224 g

X 

2. Algumas considerações podem ser feitas sobre a diferença entre os valores teórico e

real:



A combustão do carvão, além de fornecer o reagente CO, que vai interagir com

o minério, também fornece a energia necessária para ocorrer a transformação.



O carvão não contém apenas carbono (C), pois nele existem impurezas e

umidade e o rendimento da reação depende da pureza dos reagentes envolvidos.

8

GABARITO



O consumo de carvão depende também de fatores técnicos envolvidos na

construção do alto-forno e no controle do processo siderúrgico. Por exemplo, o forno

pode perder calor para o meio ou a distribuição do calor ao longo do alto-forno pode

não ocorrer de maneira adequada.

3. Como 318 g de minério calcosita são o dobro da massa de 1 mol desse composto, a

massa dos outros componentes também será o dobro, como podemos observar na

tabela a seguir:

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

Proporção em mol

Proporção em massa

Massa de Cu e massa de
SO2 formadas a partir de
318 g de calcosita

Cu2S(s)

1 mol

159 g

318 g

+

O2(g)



2 Cu(l)

2 mol

127 g

X

+

SO2(g)

1 mol

64,0 g

Y

massa de Cu 2 S
159 g 318 g


massa de Cu
127 g
X

massa de Cu 2 S

massa de SO2



X 

159 g 318 g

Y
64,0 g

 Y

318 g  127 g
 254 g
159 g

64,0 g  318 g
 128 g
159 g

Páginas 17 - 18

1. Calculando as massas molares de CaCO3, temos 40 + 12 + (3 × 16) = 100 g/mol;

CaO = 40 + 16 = 56 g/mol.

massa de CaCO3
100 g 300 g


massa de CaO
56 g
X



X  168 g

9

GABARITO

Caderno do Aluno



Química – 1a série – Volume 4

+

CaCO3(s)

1 mol

100 g

300 g

CaO(s)

1 mol

56 g

X

CO2(g)

1 mol

Outra maneira de resolver essa questão é perceber que a massa do CaCO3 triplicou e,

portanto, a massa de CaO deverá ser o triplo, ou seja, 3 × 56 = 168 g.

a) A proporção em mol de Na2SO3 e SO2 é de 1:1; assim, quando é consumido

0,60 mol de Na2SO3, é produzido 0,60 mol de SO2.

b) Como 1 mol de partículas de SO2 contém 6,0 × 1023 partículas, 0,60 mol

equivale a 3,6  1023 partículas.

quantida de matéria

número de partículas

1 mol
0,60 mol

23
X
6,0  10 partículas



X  3,6 10 23 partículas

Desafio!

Página 18

As massas de carvão e de minério (óxido de ferro III) utilizadas em uma indústria

siderúrgica que produz diariamente 1,35 × 104 t de ferro-gusa estão calculadas a seguir e

têm seus valores apresentados na tabela:

2 Fe2O3(s)

Óxido de ferro

+

6 C(s)

Carvão

+ 3 O2(g)

Oxigênio



4 Fe(s)

Ferro

+

6 CO2(g)

Dióxido de

carbono

III

2 mol

Proporção em mol

Proporção em massa

2 mol  160

g/mol = 320 g

1,93 × 104 t

6 mol

6 mol  12

g/mol =

72 g

4,34 × 103 t

4 mol

4 mol 

56 g/mol =

224 g

1,35 × 104 t

10

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

massa Fe2 O3
massa Fe

massa C

massa Fe

320 g
X

 X  1,93  10 4 t (valor teórico)
4
224 g 1,35  10 t



72 g
X

224 g 1,35  10 4 t

72 g  1,35  10 4 t
 4,34  10 3 t (valor teórico)
224 g



X 

massa de C (teórico)

massa de C (real )

0,32 t 4,34  10 3 t

X
0,71 t



X  9,63  10 3 (valor real )

11

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

ENERGIA LIBERADA OU ABSORVIDA NAS TRANSFORMAÇÕES
QUÍMICAS

Questões para análise do experimento

Páginas 20 - 22

1. Essa transformação pode ser classificada como exotérmica, pois a temperatura do

sistema aumentou devido à liberação de energia térmica.

2. O gás formado na transformação do alumínio com hidróxido de sódio é o gás

hidrogênio (H2).

3. A densidade da solução expressa uma relação entre sua massa e seu volume:

massa da solução
volume da solução

d

A massa de 10 mL de solução é de 12 g.

1,2 g
X

1 mL 10,0 mL





X  12 g

a) Como 1 g de solução de NaOH necessita de 1,0 cal para a temperatura subir 1 ºC

e como a temperatura aumentou 20 ºC, pode-se calcular, primeiro, a energia

necessária para que a temperatura aumente em 20 ºC, considerando-se a massa de 1 g

de solução:

1 ºC

20 ºC -------- X

X = 20 cal/1 g de solução para um aumento de temperatura de 20 ºC.

b) Como a energia absorvida por 1 g de solução é de 20 cal, a energia absorvida por

12 g da solução é de 240 cal.

1g

12 g

Y = 240 cal

------

1 cal

------

20 cal

-------- Y

12

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

a) Como 1 g de vidro necessita de 0,2 cal para a temperatura subir 1 ºC e como a

temperatura aumentou 20 ºC, calcula-se inicialmente a energia necessária para que a

temperatura aumente em 20 ºC, considerando-se a massa de 1 g de vidro:

1 ºC

20 ºC -------- X

X = 4 cal/1 g de vidro para um aumento de temperatura de 20 ºC.

b) Como o tubo de ensaio tem massa igual a 20 g, a parte da energia liberada na

reação que foi absorvida de vidro é 80 cal.

1g

20 g

Y = 80 cal

6. A energia liberada pela reação de 0,09 g de alumínio com 10,0 mL de solução de

hidróxido de sódio é de 320 cal (240 + 80), desprezando-se as perdas de energia para

o ambiente.

7. Quando 0,09 g de alumínio reage com uma solução de hidróxido de sódio há

liberação de 320 cal; então, pode-se calcular a energia liberada por 1 mol de

alumínio:

0,09 g--------------------320 cal

27 g (1mol)--------------- X cal

X = 96,0 kcal/mol de Al

------ 0,2 cal

------ 4 cal

-------- Y

Página 22

1. A energia liberada por 4 mol de alumínio na reação do experimento é de 384 kcal

(4 × 96).

13

GABARITO

2. Como é possível perceber, a energia é três vezes menor, ou seja, é ⅓ do valor de

energia liberada na reação de 1 mol de alumínio. Assim, a massa de alumínio que

deve ser utilizada para a obtenção de 32 kcal é de 9 g, um número três vezes menor

do que a massa de 1 mol de alumínio. Dessa maneira, pode-se evidenciar a

proporcionalidade entre massa e energia em uma transformação química.

3. A soda cáustica (hidróxido de sódio) não deve ser guardada em recipiente de

alumínio, pois este sofrerá corrosão, consumindo parte da soda cáustica e

danificando-se, além de liberar grande quantidade de gás hidrogênio, que é um

material inflamável e explosivo.

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

Página 23

Os alunos terão a oportunidade de conhecer o valor energético do leite e de

interpretar rótulos de alimentos. Os valores energéticos para uma porção de 200 mL de

leite podem variar de acordo com sua composição. Por exemplo, em uma embalagem

que apresenta o valor de 118 kcal para uma porção de 200 mL de leite, o valor

energético em joules é 493 kJ.

14

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4

IMPACTOS SOCIAIS E AMBIENTAIS DECORRENTES DA
EXTRAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS E DA PRODUÇÃO DE
FERRO, COBRE E OUTROS METAIS

Questão para análise do texto

Página 26

Resposta pessoal. Os quadros podem ser completados como os exemplos a seguir:

15

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

Páginas 26 - 28

1. Resposta pessoal. Espera-se que o aluno consiga relacionar a degradação do Pico do

Cauê com a exploração de minério de ferro na região e elabore um texto coerente e

criativo.

2. Resposta pessoal. Espera-se que o aluno elabore um texto coerente sobre o que foi

aprendido até o momento e reconheça que Itabira faz parte da região do Quadrilátero

Ferrífero (MG), na qual há grande exploração de minério de ferro, podendo

apresentar dados de produção da região.

Páginas 28 - 31

1. Alternativa c. Como a massa molar de CO é de 28 g/mol, a quantidade de matéria,

em mol, de 3,4  10-2 g de monóxido de carbono será de 1,2  10-3 mol.

quantidade de matéria
massa

1 mol
X

28 g 3,4  10  2 g





X  1,2 10 3 mol

a) A resolução pode ser realizada como mostra a tabela a seguir:

2 Al2O3(s)

2 mol

+

3 C(s)



2  102 g/mol = 204 g

408 g

3 CO2(g)

3 mol

3 mol

6 mol

+

4 Al(s)

ou da seguinte maneira:

102 g de Al 2 O3 408 g de Al 2 O3

1 mol de Al 2 O3
X

2 mol de Al 2 O3 4 mol de Al 2 O3

3 mol de CO2
X



X  4 mol



X  6 mol

16

GABARITO

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

b) Como a massa molar do Al2O3 é 102 g/mol, em 816 g há 8 mol de Al2O3.

Portanto, a partir de 8 mol de Al2O3 são obtidos 16 mol de Al, ou seja, 432 g.

2 Al2O3(s)

+

3 C(s)



3 CO2(g)

2 mol

8 mol

816 g

+

4 Al(s)

4 mol

16 mol

432 g

3. Alternativa e. Em 552 g de etanol existem 12 mol de etanol (massa molar de

46 g/mol) e como a energia liberada pela combustão do etanol é 326 kcal/mol, a

energia liberada na queima de 12 mol será 3 912 kcal ou 3,9  103 kcal.

4. Alternativa c. Lembrando-se de que 1 t = 106 g, pode-se calcular as quantidades de

matéria de cada substância:

Ácido sulfúrico:

98 g 5,0  10 6  10 6 g

1 mol
X

Amônia:

17 g 1,2  10 6  10 6 g

1 mol
Y

Soda cáustica:

40 g 1,0  10 6  10 6 g

1 mol
Z

Portanto, a ordem decrescente em quantidade de matéria é: NH3 > H2SO4 > NaOH.

5. Alternativa d. Como a proporção é de 40 g de MgO para 64 g de SO2, temos:

MgO

40 t ------------------- 64 t

X ----------------- 9,6  103 t

X = 6,0  103 t

5,0  10 6  10 6 g  1 mol
X 
 5,1  1010 mol
98 g



 Y

1,2  10 6  10 6 g  1 mol
 7,1  1010 mol
17 g

 Z

1,0  10 6  10 6 g  1 mol
 2,5  1010 mol
40 g

SO2

17

GABARITO

6. Alternativa e.

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4

Al2(SO4)3

342 t

17 t -----------------

------------

Ca(OH)2

3  74 t

X

X ≈ 11 t

7. Massas molares: CO = 28 g/mol; Fe = 56 g/mol; C = 12 g/mol

Cálculo da massa de CO necessária:

CO(g)

3  28 g ------- 2  56 g

X

X = 7,5  105 g de CO

Fe(s)

-------- 1,0  106 g

Cálculo da massa de C necessária:

C(s)

2 × 12 g -------------- 2 × 28 g

Y ----------------------7,5  105 g

Y  3,2  105 g = 3,2 × 102 kg de carvão (C)

Portanto, a massa de carvão necessária para produzir 1,0 t de ferro é de 3,2  102 kg.

CO(g)

a) C3H8(g)

b) Como a proporção entre a quantidade de matéria de água produzida e a de

propano utilizada é 4:1, então, a partir de 4 mol de propano serão formados 16 mol

de água. Como a massa molar da água é de 18 g/mol, teremos 288 g de água

formados.

+

5 O2(g)  4H2O(g) + 3CO2(g)

18

GABARITO

18 g de H 2 O
X

1 mol de H 2 O 16 mol de H 2 O

c)

6,0 10 23 partículas de C 3 H 8
3  44 g de CO2

Caderno do Aluno

Química – 1a série – Volume 4



X  288 g

12,0  10 23 partículas de C 3 H 8
X





X  264 g

2 Fe2O3(s)

2 × 160 g

100 kg

+

6 C(s) +

3 O2(g)



4 Fe(l) + 6 CO2(g)

4 × 56 g

X

320 g Fe2 O3 100 kg Fe2 O3

224 g Fe
X

Assim, a partir de 100 kg de óxido de ferro III, é possível obter 70 kg de ferro.

10. Como esta questão trata da energia liberada em um experimento, os valores obtidos

podem apresentar variações. Partindo dos resultados experimentais apresentados

anteriormente a título de exemplo (Situação de Aprendizagem 3), pode-se considerar

a seguinte resolução:

Como a energia liberada na reação de 1 mol de alumínio é de 96,0 kcal (conforme a

questão 7 da Situação de Aprendizagem 3), a energia envolvida na reação de 2 mol

de alumínio mostrada na equação química a seguir é 192 kcal.

2 NaOH(aq) + 2 Al(s) + 6 H2O(l)  2 NaAl(OH)4(aq) + 3 H2(g) + 192 kcal.

 X  70,0 kg
via: 100 Repetentes