História - vol 2 - 2º ano


Caderno do Aluno
ensino médio 2º série
História
Pág. 3

a) inglês
b) francês e inglês
c) espanhol
d) espanhol
e) espanhol
f) francês
g) PORTUGUêS

páginas 4/5/6
a)aplica-se o colonialismo português e inglês

b)colonização espanhola na américa

c)brasil

d)todos os países da américa do sul com excessão do Brasil foi colonizado pelos espanhóis

e)Haiti, Canadá e Guiana-Francesa

f)canadá,E.U.A.,Guiana Inglesa

g)características presentes em todas as regiões citadas:madeiras,ouro,cana-de-aç~ucar e algodão

h)marcante,principalmente devido às condições climáticas

i)em toda colonização americana

j)com exceção da colonização inglesa,nas demais não existia

k)aplica-se ao Brasil, ao Haiti e as colônias espanholas,mas não as colônias inglesas

l)principal cultura da região Sul dos E.U.A.

m)Brasil,Haiti,Cuba e algumas regiões da américa espanhola

n)nas antilhas o extermínio indígena levou a adoção do trabalho escravo.Nos E.U.A. o extermínio levou a contratação de imigrantes

o)refere-se a elite colonial espanhola na América

p)característica da colonização brasileira

q)os E.U.A.,colônias inglesas

r)espanhóis e portugueses

s)espanhóis e portugueses

t)ingleses e franceses

Pág. 04

2. Democracia ("demo+kratos") é um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico.
As Democracias podem ser divididas em diferentes tipos, baseado em um número de distinções. A distinção mais importante acontece entre democracia direta (algumas vezes chamada "democracia pura"), onde o povo expressa a sua vontade por voto direto em cada assunto particular, e a democracia representativa (algumas vezes chamada "democracia indireta"), onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram.
Outros itens importantes na democracia incluem exatamente quem é "o Povo", isto é, quem terá direito ao voto; como proteger os direitos de minorias contra a "tirania da maioria" e qual sistema deve ser usado para a eleição de representantes ou outros executivos.

Páginas 4 e 5

A- colonianismo português e inglês.

B concentração da colonização espanhola.

C. Brasil.

D- Com exceção do Brasil, América do norte.

E- Haiti, partes do Canadá, Guiana.

F- Estados Unidos e partes do Canadá.

G - Característica presente em todas as regiões citadas, seja por meio do extrativismo de peles, madeiras, metais preciosos ou do cultivo de cana-de-açúcar e algodão.

H- Foi marcante, principalmente em virtude de questões climáticas locais, no norte das colônias inglesas. Segundo Leandro Karnal, "essa questão climática favoreceu o surgimento, único no universo colonial das Américas, de um núcleo colonial voltado à poli cultura, ao mercado interno e não totalmente condicionado aos interesses metropolitanos".

I- Em toda a América.

Página 6

J- Colônias inglesas da América do norte.

K- Brasil, Haiti e colônias espanholas.

L- Sul da colônia inglesa

M - agricultura do Brasil, Haiti e de algumas regiões da América espanhola.
.
N- Haiti,

O- Colônia espanhola

P- Colonização do Brasil.

Q- Colonizações inglesas.

R- Colônias portuguesas e espanholas.

S-colonização portuguesa e espanhola.

T- colonização francesa, inglesa e holandesa

Página. 7


EX: 4

ESTADOS UNIDOS:inglaterra,algodão,estrativistas,protestante,tordesilhas,litoranea e comercial.

BRASIL:Portugal,litorânea,estrativista,policultura local,indigena,africanos,cana-de-açúcar,igreja católica,Tordesilhas,engenha.

HAITI:França,extrativistas,cana-de-açúcar,indigena e Tordesilhas.

MÉXICO:Espanha,interiorana,extrativista,policultura local,indígena,e africanos,cana-de-açúcar,chapetones,igreja católica e Tordesilhas.

ARGENTINA:Espanha,interiorana,extrativista,policultura local,indígena,e africanos,cana-de-açúcar,chapetones,igreja católica e Tordesilhas

Página. 8


Quando os Português chegaram aqui no Brasil os índios tinham a sua própria cultura ,o modo de vestir,a maneira de se comportar,mas o tempo com a convivência com eles,fez com q o índios mudassem o seus hábitos,acrentando algumas cultura dos Portugueses,como ir na igreja,de se vestir todos os dias.
Os Portugueses tbm aprenderam um pouco da altura dos índios,aprenderam a tomar banho todos os dias (diariamente) e a ter varias mulheres.

PAGINAS 9 E 10

Região Amazônica: A base da ocupação se deu através do extrativismo vegetal e do apresamento indígena. O extrativismo vegetal consistiu na exploração das chamadas ''drogas do sertão'': cacau, guaraná, borracha, urucu, salsaparrilha, castanha-do-pará, gergelim, noz de pixurim, baunilha, coco, etc. A escravidão tinha ali um terreno desfavorável, pois a exploração da Amazônia dependia do bom conhecimento da região. Dai a importância dos índios locais que serviam de guias.

Vale do Rio São Francisco: As principais mercadorias transposta das são cimento, sal, açúcar, arroz, soja, manufaturas, madeira e principalmente gipsita. no baixo e médio São Francisco, promove-se o transporte de turistas em embarcações equipadas com caldeiras a lenha. Atualmente o rio São Francisco esta sendo transposto. O que esta dividindo opiniões entre brasileiros que vivem nos estados banhados.

Interior de Sao Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso: A lavoura canavieira e a criação de gado foram atividades que contribuíram para a efetivação da ocupação do espaço brasileiro. Também a descoberta de minerais provocou, no séc. XVII, o deslocamento do povoamento para o interior, que se deu de forma temporária, uma vez que se baseava na exploração aluvial. A mineração passou a se dar através de vários auríferos e contribuiu para a formação dos primeiros núcleos urbanos dependentes da mineração, cuja importância era vinculada a exploração econômica de jazidas.

Pampas gaúchos: A região sul tem, na PECUARIA, uma tradição que se iniciou com a colonização do Brasil.

Pág. 11

Trabalho escravo, existem varias semelhanças como a cana-de-açúcar e algodão e formação de latifúndio .

Pag. 11 
 
1 - O autor criticava a diferença entre colônia de povoamento e exploração .

2 - Trabalho escravo , existem varias semelhanças como a cana - de - açúcar e algodão e formação de latifúndio .

Página. 12 

1 - E
2 - A

Pág. 12

Você aprendeu?

1.e
2.e

Página. 16 

1 - Locke era contrario do poder absoluto como a de um pai sobre o filho , para ele o poder político nasce de um pacto entre homens .

2 - Locke lutava contra poder absoluto do rei o que favorecia a burguesia ( comerciantes ) sempre com a intenção do bem comum e não apenas do rei .

3 - Credita a força da comunidade na execução das leis e na defesa do estado de invasões estrangeiras .

4 - Hobbes era absolutista: acreditava que o soberano não precisa prestar conta de suas ações . Já Locke viveu em um momento de reforma protestante influenciado em seu pensamento que era mas liberal e visível .

Página. 18 

1- C
2 – A
Páginas 21 - 23

1. Tanto a primeira quanto a segunda frases abordam duas instâncias criticas comuns
de alguns autores iluministas: a religião e a monarquia. Para muitos autores
iluministas, ambas deveriam ser combatidas, na medida em que submetiam os
homens ao jugo dos dogmas religiosos e à tirania dos governos.

2.
a) Defender e proteger , a pessoa e bens dos associados, partindo de um " acordo"
coletivo.
b) A Legislação perfeita anula a vontade particular a individual, enquanto que a
ordem natural debilita a vontade geral e fortalece a individual.
c) A proposta de tripartição de poderes questiona o regime absolutista, modelo
político que concentra todo o poder nas mãos do rei, típico da Idade Moderna
europeia.
d) A ainda hoje, o significado do termo Tolerância é o mesmo dos séculos XVII e XVIII, ao passo que respeitar passa a ideia de aceitação e convivência com às diferenças.

Pág. 24 – 25

3. Voltaire se indagara acerca do otimismo que permanecia, mesmo após a catástrofe,
por parte de alguns filósofos. Em seu poema visa criticar Gottfried Leibniz e
Alexander Pope, pelo fato de acreditarem na providência de todo o acontecido. Eles
acreditavam no mal necessário e na organização do mundo por Deus. Tinham a
crença que o mundo no qual viviam não podia ser melhor do que era, pois era o
‘melhor dos mundos’ – o que atribui a Deus a origem do mal. A Voltaire importa
saber como Deus, em sua bondade, permitiu tamanha tragédia.

4. Para Rousseau, a culpa não é nem da natureza nem de Deus, mas do homem, nele residindo às causas da mesma em virtude da corrupção de sua “integralidade humana”. O terremoto de Lisboa ( 1755) levou muitos iluministas a repensarem seu otimismo em relação às realizações do mundo, otimismo que não condizia com o sofrimento e o mal causados pelo trágico acontecimento.

Pág. 26 

5.
a) A crença na ciência e no progresso inelutável, para o qual caminhava a
humanidade, vê-se abalada com o terremoto. Na sua explicação, contrapõem-se
argumentos causais ligados a Deus e aos homens.
b) Em seu poema Voltaire visa criticar Gottfried Leibniz e Alexander Pope, pelo
fato dos dois acreditarem na " providência" como determinante do acontecido. Eles
criam no mal necessário e na organização do mundo por Deus. Criam que o mundo
no qual viviam não podia ser melhor do que era, pois era o ‘melhor dos mundos’ – o
que atribui a Deus a origem do mal. A Voltaire importa saber como Deus, em sua
bondade, permitiu tamanha tragédia.
c) Ver resposta do exercício 4 na página 25
d) (Coloquem eventos contemporâneos, divulgados amplamente na mídia, como os casos de enchentes, tsunamis e mesmo terremotos.)

Pág. 27


6. A crença no progresso humano é uma característica definidora do pensamento
iluminista. Observe que os ideais iluministas de um progresso salvador da
humanidade têm que ser problematizados. Se, por um lado, os avanços científicos
salvaram muitos, por outro também excluíram um número muito maior. A ciência,
como atividade humana, pôde ser utilizada de diferentes formas, auxiliando, mas
também excluindo de suas conquistas e, também, matando. A ciência não guarda
uma relação intrínseca e necessária com o “bem” da humanidade. Tomando-se o
século XX como exemplo, observe os limites dos ideais de desenvolvimento
promovidos pela ciência e a técnica e pela concepção de progresso social inelutável.
No rastro das grandes guerras mundiais, da ameaça atômica, das autocracias, dos
colonialismos e imperialismos, dos conflitos étnicos, religiosos, sexuais e
econômicos não resolvidos, da violência, do aumento da miséria, dos problemas
ecológicos etc., podem-se ilustrar todos esses limites. As benesses do progresso,
quando democratizadas, salvaram muitos , quando não, os eleitos, os pequenos
grupos e parcelas sociais, consolidaram uma crudelíssima política excludente. Nesse
sentido, o Iluminismo, para as sociedades contemporâneas, representa a não
concretização de um "projeto" moderno, que levaria os homens à maioridade
kantiana, como se pôde observar, que os tiraria da barbárie e os inseriria em
sociedades civis perfeitas e completas. Essa é também a oportunidade de propiciar aos alunos uma compreensão de que a história não é linear.

Páginas 27 - 29

1.
• emancipação humana pela razão;
• crença no desenvolvimento da ciência e das técnicas;
• crença no progresso contínuo como rumo a ser seguido pela humanidade,
frequentemente em etapas que se sucedem;
• crítica ao Estado absolutista e ao Cristianismo;
• crença na liberdade e na igualdade como direitos inalienáveis da humanidade.

2. A ascensão da burguesia européia está em grande parte ligada ao pensamento
iluminista, muito representativo de seus valores. Ao enfraquecimento das
monarquias, por exemplo, podem-se associar a liberdade, o direito de escolha e a
participação "popular" na vida política do Estado, questões almejadas pelas
reivindicações burguesas. A razão iluminista tem como um de seus pressupostos o
questionamento de alguns direitos naturais (da hereditariedade do poder, por
exemplo) e a reivindicação de outros (liberdade, igualdade de direitos etc.),
confrontando-os com a realidade política das monarquias absolutistas europeias – daí
o Iluminismo ser entendido como um movimento burguês.

3.
a) O texto trata da tripartição do poder defendida por Montesquieu.
b) O texto foi produzido no contexto iluminista, século XVIII. Nele se podem
perceber as influências de tal pensamento, quando se critica a centralização de
poderes, na figura do rei característica comum na política absolutista.

4. Alternativa e.

5. Alternativa e.

Páginas 31 - 35

1. Observa-se hoje uma forte presença da cultura americana no Brasil. Essa presença
pode ser percebida não só pelo grande número de filmes e músicas americanos que
vimos e ouvimos, mas pela própria presença de palavras e expressões da língua
inglesa em diferentes instâncias de nossa cultura. Vista como um problema por
muitos e como resultado natural de um mundo globalizado por outros, essa presença
é sempre objeto de diferentes posicionamentos.

2.
Motivador 1:
Cercamentos e miséria social: o processo de Cercamentos gerou um
grande êxodo rural, acentuando a miséria e as dificuldades enfrentadas pelos
componeses na Inglaterra. Trata-se de um grande motivador para o povoamento da
América do Norte.
Motivador 2:
Interesses mercantis: As notícias de descobertas de minas de metais e
pedras preciosas na América Espanhola motivaram a coroa inglesa e colonos a
ocupar o continente americano. A busca de pedras e metais preciosos, o metalismo, é
um dos principais fundamentos da economia mercantilista.
Motivador 3:
Perseguições religiosas: os conflitos religiosos na Europa durante a
Idade Moderna motivaram a vinda de colonos para o continente americano, tratavase
de um “Novo Mundo”, no caso dos colonos ingleses, mais aberto à tolerância
religiosa.
Motivador 4:
Guerra civis e com o estrangeiro: o processo de início da colonização
da América pelos ingleses coincide com um século turbulento politicamente. As
Revoluções Inglesas que marcaram a queda dos Stuart e ascensão do Parlamento,
também motivaram a colonização de um novo território.

3. A Declaração de Independência e a Constituição Americana (e todo o processo que a elas conduziu) foram muitíssimo influenciadas por valores iluministas, que estiveram
na base das críticas ao Antigo Regime europeu – pode-se dizer que a Independência
dos Estados Unidos é um fator acelerador de sua crise. Entre esses valores podem-se
citar os direitos naturais e inalienáveis à vida, à liberdade (política, econômica), à
independência, ao questionamento das ordens instituídas das coisas etc.

4. Percebemos na constituição dos Estados Unidos a forte influência que
autodeterminação e a liberdade do indivíduo exercem sobre o seu funcionamento, o
indivíduo não pode ser obstruído por nenhuma pessoa ou jurisdição, no que se refere
à liberdade de culto e manifestações pacíficas.
Nas Constituição brasileira percebemos uma grande exaltação da igualdade e do
papel do Estado na garantia de tal direito. A constituição promulgada “sob a proteção
de Deus” defende o “direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade”.

página 35

Exercício 3
Atualmente, todo e qualquer país do mundo possui a sua própria Contituição. Qualquer nação soberana ultiliza a sua Constituição como uma Carta Mágna, uma carta base que preconiza a formação de todas as demais leis. Daí a explicação para a sua importância dentro de um Estado. Daí o sentido de respeito ao qual sempre devemos refutá-la.
Há que se ressaltar no entanto, que, a Constituição brasileira possui Forma escrita, ou seja, caracteriza-se por ser um único documento, enquanto que a Constituição norte americana possui Forma não escrita. Esta última é composta por vários documentos, costumes sociais e etc... Sendo assim não há que se dizer que uma Constituição é maior ou mais detalhada que a outra e sim que possuem Formas constitutivas diferenciadas. É pelo simples fato de possuirmos uma Constituição escrita, que conseguimos entrar por exemplo em uma livraria e comprarmos a mesma reunida em um só livro, em um só documento. Isso gera a falsa impressão de que a nossa Constituição é mais delhada. Tal situação seria impossível nos Estados Unidos da América por exemplo, pois os norte americanos não possuem um "livro" denominado Contituição e sim uma série de documentos e costumes espalhados que formam essa Constituição.


Página 36

Os negros e índios não participaram da independência norte-americana, pois no caso
dos negros, constituíram a base da mão de obra daquele país até a década de 60 do
século XIX, sendo que a independência fora declarada em 1776. A “igualdade”
propagada pelo movimento separatista não valia para os escravos. No caso dos índios, a exclusão foi semelhante, pois grande parte da população foi exterminada e removida de suas terras.
O preconceito contra estas etnias na sociedade norte-americana é marcante. Durante
todo o século XX ocorreram manifestações violentas e racistas, Martin Luther King e
Malcom X são exemplos de lideranças negras de movimentos de luta contra a
segregação feita pelos brancos. Alguns críticos à eleição de Barack Obama, primeiro
presidente negro dos Estados Unidos, ainda utilizam argumentos racistas para atacar o presidente, em pleno século XXI.

Páginas 37 – 38


1. O século XVII é marcado, na Inglaterra, por um grande número de conflitos político-
-sociais, que afetavam diretamente a vida dos ingleses, levando-os a buscar novas
possibilidades na América. O cercamento de terras e seu posterior arrendamento ou
venda para fins de criação de ovelhas excluíam os camponeses do acesso a seu
principal meio de vida, a terra, levando um grande número de pessoas a se
refugiarem nas cidades, aumentando significativamente o número de pobres. Outro
dado importante que explica a ida para a América de um grande número de
refugiados foram as perseguições religiosas a grupos protestantes minoritários
sobretudo no século XVIII, como os protestantes e os quakers. Fatores como o
grande interesse mercantil da Coroa inglesa (quando se apercebeu dos recursos que
poderia obter nas colônias) e de grupos particulares podem, também, ser
apresentados como motivações para a partida dos ingleses para a América do Norte.
A todos esses aspectos junte-se o contexto da Inglaterra de guerra civil e com o
estrangeiro.

2. Alternativa b.
3. Alternativa e.
4. Alternativa d.

via: 100 repetentes