Biologia - vol 2 - 3º ano


Caderno do Aluno
ensino médio 3º série
Biologia
Página 3 
1) elas fazem fotossíntese,participa do ciclo da chuva,ajuda na qualidade do ar,base da cadeia alimentar......

2)em casa,enfeite,alimentação,remédios,chá.......

3)não tem as 15,mas aqui vai algumas:samambaia,roseira,copo de leite,bromélia,alface....

4)sim,porque são plantas conhecidas,utilizamos nomes populares,como ha uma grande diversidade,todos conhecem pelo menos uma


Página 4

Leia as regras do site antes de fazer um comentário!

01) Folha, Fruto, Semente, Flor, Raiz e tc

02) Não

03) Pteridófitos, Gimnosperma e Angiosperma

04) Os Caules, Folhas, pois o musgo é um vegetal simples, ou seja, não possui Caules, Folhas.


Página 4

1 -
Clorofila A e B

2 -
Não , as que possuem semente flor e fruto é a Angiosperma

Página 5

3 -
Pteridófitos , Gimnosperma , Angiosperma , as características são os vasos condutores

4 -
o que permite as samambaias apresentar maior porte , são os vasos condutores , porque a água ira percorrer a planta toda

Página 6

1- (A)
2- (A)
3- (D)

Página 7

4 -
e que elas colonizaram todos os ambientes do mundo .

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1



A DIVERSIDADE DAS PLANTAS









Para começo de conversa



Página 3

1. A intenção desta questão é introduzir o assunto. Utilize a resposta para avaliar o

conhecimento da turma sobre o tema. Os alunos geralmente citam funções na

alimentação, mas alguns também falam da sua importância para os ambientes. Não

discuta essas questões neste momento; peça apenas aos alunos que anotem suas

respostas. Depois destas atividades, eles podem retomar suas respostas.

2. Dificilmente nos lembramos de que elementos comuns do nosso cotidiano, como o

papel e o pão, um dia fizeram parte de um organismo vivo. Neste momento da

atividade, pode-se ajudar os alunos citando esses exemplos. O papel desta folha de

caderno, por exemplo, é composto de fibras de celulose que foram extraídas de uma

árvore conhecida como eucalipto, nativa da Austrália e cultivada no Brasil,

principalmente pelas indústrias de papel; o pão, muitas vezes, é feito de trigo, planta

que, assim como os capins e gramas em geral, é da família das gramíneas. Lembre-os

de que não podemos considerar as plantas apenas sob um ponto de vista utilitarista,

pois elas não existem apenas para “servir” ao ser humano.

3. Para realizar a tarefa proposta, os alunos poderão pedir ajuda a pessoas da

comunidade escolar, como funcionários e outros professores, familiares ou amigos

que conheçam nomes populares e/ou científicos de plantas.

É bem verdade que talvez os alunos não saibam muitos nomes populares; muitas

vezes eles usarão termos gerais, como mato, flor, árvore, planta. É preciso alertá-los

quanto à inadequação de tais designações e esclarecê-los de que cada tipo de

organismo pertence a uma espécie diferente e que, por isso, pode ser identificado

pelo seu nome popular ou científico. Lembre ainda os alunos de que todas as plantas

fazem parte do Reino Plantae e também de que, de acordo com a proposta de Lynn

Margulis, as algas verdes pertencem ao Reino dos Protoctistas1.

4. Resposta pessoal, mas é necessário incentivar os alunos a refletir sobre a repetição de

alguns nomes e ao respeito da dificuldade de não conseguir identificar todas as

plantas encontradas.









Páginas 4 - 5

1. A presença de clorofila dos tipos A e B.

2. Não, somente as angiospermas.

3. As traqueófitas são as pteridófitas, as gimnospermas e as angiospermas. Em

anatomia botânica, traqueia significa elemento condutor de seiva, ou vaso. As

traqueófitas são assim chamadas porque possuem vasos condutores de seiva.

Portanto, são classificadas também como vasculares. As briófitas, que não possuem

vasos condutores, são atraqueófitas ou avasculares.

4. Nas briófitas não há vasos condutores de seiva, o que limita o tamanho dessas

plantas, e o transporte de água ocorre por difusão. As pteridófitas, por outro lado, são

plantas de maior porte, pois apresentam vasos condutores, o que torna mais eficiente

o transporte de líquidos e nutrientes









1 (*)

SCHWARTZ; MARGULIS. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na Terra. Rio de

Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.





Página 5



Grupos Algas Briófitas Pteridófitas Gimnospermas Angiospermas

verdes

Alface-do- Musgo Samambaia Pinheiro, Violeta, feijão,

Exemplos

mar ou avenca araucária rosa, manga etc.



Pequeno Pequeno Pequeno, Pequeno, médio Pequeno, médio

Porte

porte porte médio ou ou grande porte ou grande porte

(tamanho)

grande porte

Aquático Terrestre Terrestre, em Maioria terrestre Maioria terrestre

Habitat

úmido geral, úmido

(geralmente)

Não Não Possuem Possuem caule, Possuem caule,

Características

possuem possuem caule, raiz e raiz e folha raiz e folha

vegetativas,

caule, raiz e caule, raiz e folha verdadeiros. verdadeiros.

forma e

folha folha verdadeiros.

presença de

verdadeiros. verdadeiros.

estruturas,

como caule,

folha e raiz



Características Reprodução Reprodução Reprodução Reprodução Reprodução

assexuada ou assexuada ou assexuada ou assexuada ou assexuada ou

reprodutivas,

e sexuada. sexuada. sexuada. sexuada. Ciclos sexuada. Ciclos

formas

Alguns Ciclos de Ciclos de vida de vida com de vida com

estruturas

ciclos de vida com com alternância de alternância de

relacionadas à

vida com alternância alternância de gerações. gerações.

reprodução

alternância de gerações. gerações. Presença de Presença de

de gerações. Reprodução Presença de estróbilos e grãos grãos de pólen,

Reprodução sexuada esporos. de pólen. flor e fruto.

sexuada dependente Reprodução

dependente da água. sexuada

da água. dependente da

água.



Páginas 6 - 7

1. Alternativa a.

2. Alternativa a.

3. Alternativa d.

4. As angiospermas, as flores coloridas e, muitas vezes, perfumadas, atraem os agentes

polinizadores que promovem a fecundação cruzada. Os frutos auxiliam na dispersão dos

embriões.





Página 7



No final da Era Mesozoica (245 milhões de anos a 65 milhões de anos atrás), ocorreu

a extinção em massa mais bem estudada pelos cientistas. Encontraram-se evidências de

tal extinção em várias regiões do globo e a conclusão é de que tenha afetado quase todos

os grupos de plantas e animais. Alguns deles, como dinossauros e amonites, foram

levados à extinção. É importante destacar que, além desta que se deu na transição entre

o Cretáceo e o Terciário, outras extinções em massa ocorreram na história evolutiva do

planeta. Vários são os fatores que podem contribuir para as extinções em massa e este

assunto será abordado no volume 3. A proposta aqui é que o aluno retome as

características da paisagem nos períodos Triássico e Jurássico e procure identificar as

modificações provocadas após o aparecimento das angiospermas.



Os alunos devem encontrar em sua pesquisa que as angiospermas surgem no início do

último período da Era Mesozoica, o Cretáceo, há aproximadamente 140 milhões de anos,

e que no final deste período também surgem os mamíferos. Eles registrarão ainda que

antes das angiospermas as florestas eram formadas basicamente de cicadáceas e coníferas

(gimnospermas), além de pteridófitas arborescentes, todas sem flores. Neste momento, o

espalhamento das angiospermas favorece e é favorecido pelo desenvolvimento dos insetos

polinizadores. A paisagem muda e as angiospermas contribuem para o desenvolvimento

de florestas mais complexas, densas. Agora, pode-se perguntar a eles: será que essas

características podem ter contribuído para a extinção dos dinossauros? Promova o debate.

Muitos cientistas acreditam ser esta apenas uma coincidência, já que a diferença de tempo

entre o aparecimento das angiospermas e a extinção dos dinossauros é de cerca 65 milhões

de anos, tempo demais, não acha?



Esta é uma das questões que não podemos concluir.



SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2



OBSERVANDO O DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS





Para começo de conversa



Página 8

1. Normalmente, os alunos conhecem pouco as características do feijão. Assim, será

preciso complementar as informações, relatando que se trata de uma planta

amplamente cultivada, em razão da sua composição nutricional e utilização na

alimentação. Ela faz parte do grande grupo conhecido como angiospermas, plantas

com flores e frutos, e pertence à espécie Phaseolus vulgaris. Além disso, o grão que

consumimos é uma semente, que foi extraída de um tipo de legume (fruto em forma

de vagem), característico da família Leguminosae. Se achar conveniente, abra junto

com os alunos uma semente de feijão para estudar sua estrutura e organização e

identifique o tegumento e a amêndoa. No caso do feijão, a amêndoa é constituída

pelo embrião, já com os cotilédones, a radícula, o caulículo e a plúmula.

2. Conceituar germinação não é assim tão simples. Os agricultores só consideram que a

planta germinou quando esta rompe a superfície do solo. Para os fisiologistas isso

ocorre quando o metabolismo é ativado e o embrião sai do seu estado dormente, ou

quiescente. Para os botânicos, no entanto, a germinação acontece quando alguma

parte do embrião cresce e emerge do interior das sementes. Então, vamos levar em

consideração a definição dos botânicos, isto é, uma semente germinou quando sua

radícula rompe o tegumento.

3. O embrião no interior da semente tem o seu desenvolvimento retardado, até que ele

amadureça e tenha condições ideais para germinar. A retomada do desenvolvimento

do embrião, ou germinação, depende de muitos fatores internos e externos. Entre os

externos estão a água, o gás oxigênio e a temperatura. Sementes fotoblásticas têm sua

germinação também controlada pelo fator luz. É o caso de certas variedades de alface

e de muitas epífitas de nossas matas. Podemos ainda citar as sementes que possuem

fotoblastismo negativo, isto é, só germinam em total ausência de luz, como, por

exemplo, algumas variedades de melancia.

De certo modo outros fatores, como o vento, as substâncias minerais do solo e a

gravidade, entre outros, também interferem no desenvolvimento das plantas.

A água, no entanto, é uma das condições básicas para germinação e crescimento,

pois em geral as sementes possuem pouca quantidade de água, entre 5% e 20%, e

assim é necessário que a semente absorva água suficiente para suas atividades

metabólicas. Depois da absorção de água, as enzimas tomam a iniciativa, digerindo

os nutrientes necessários para o desenvolvimento do embrião.









Páginas 8 - 10



Selecione algumas condições sugeridas pelos alunos e os divida em grupos para

testar algumas destas condições. Os grupos deverão propor experimentos para testá-las,

seguindo a metodologia científica, ou seja, com base em uma pergunta ou hipótese, os

alunos planejarão um experimento, desenvolverão uma metodologia e farão o registro e

a análise. Auxilie os grupos no planejamento. Depois de realizados os experimentos, é

preciso ajudá-los a comparar os seus resultados os dos outros grupos que também

testaram a mesma condição.



1. Comumente, neste exercício, os alunos identificam a água, a temperatura e o gás

oxigênio como os fatores básicos para a germinação. Como o feijão não é uma

semente fotoblástica, a luz não é necessária para a germinação em si (para o

desenvolvimento da radícula), mas é fundamental para o seu desenvolvimento.

2. Porque não há água; assim, as sementes podem ficar longos períodos em

“dormência”, ou seja, em um estado de inatividade que pode ser quebrado quando

ocorrer uma condição favorável para o seu desenvolvimento.

3. A proposta do aluno pode ser um experimento como este: deixar algumas sementes

com água e luz; e outras com água e sem luz.

4. A reserva energética vem dos cotilédones da própria semente.

Com base no experimento, responda às questões



Páginas 11 - 12

1. Resposta variável, a qual pode ser demonstrada com um gráfico de barra, conforme

este modelo para o tamanho:









2. O grupo 1. Aproveite para discutir com seus alunos que o grupo-controle é vital para

o estudo de uma variável, pois nele não se aplica o fator, ou seja, a variável estudada.

3. O grupo 2 teve um crescimento menor e apresentou menos folhas, o que pode ser

explicado pelo fato de a areia ter menos nutrientes do que a terra adubada. Embora

essas plantas realizem fotossíntese para o seu desenvolvimento, os nutrientes básicos

são fundamentais para diversas das suas funções internas, e a falta deles pode ser

prejudicial a elas.

4. O grupo 3 cresceu mais, mas as folhas e o caule ficaram amarelados. Nessas

condições de ausência de luz, a planta tem um maior desenvolvimento em altura,

porque com isso ela pode procurar uma região iluminada com mais rapidez.

5. O grupo 4 cresceu em direção à área iluminada, porque assim pôde alcançar a luz

para a realização de fotossíntese. Neste ponto da questão, aproveite para abordar com

seus alunos o nome do crescimento por eles pesquisado, o “fototropismo positivo”.

6. A presença de água em um grupo e a ausência de água alternada no outro.

Esta questão é muito complexa. Para entender a influência dos fatores externos, os

alunos devem, inicialmente, diferenciar a forma de obtenção da matéria orgânica em

seus vários estágios de desenvolvimento. Na germinação, o primeiro estágio, a plântula

utiliza-se de substâncias de reserva para o seu crescimento e desenvolvimento e, depois,

inicia os processos de fotossíntese responsáveis pela produção de matéria orgânica.

Neste ponto, em seus textos os alunos devem identificar a luz, a temperatura, o gás

oxigênio, a água e os minerais como alguns dos fatores básicos para as plantas e relatar

como estes influenciam os seus processos metabólicos e, portanto, o seu crescimento e

desenvolvimento. A presença de luz é um bom exemplo, pois, quando as plantas são

colocadas em um ambiente sombreado, ou no escuro, seu crescimento é mais rápido.

Entretanto, como não podem realizar a fotossíntese, suas folhas ficam pequenas e

amareladas e elas ficam fracas e quebradiças. Há mais informações sobre esse processo

na resposta da questão 3 da página 8 do Caderno do Aluno.









Página 12

1. Alternativa c.

2. A fecundação por meio do tubo polínico, o que representa a não dependência de água

para este processo; a ocorrência de fruto que protege a semente e o embrião; o fato

de a semente conter reservas nutritivas que garantem o início do desenvolvimento

embrionário; e a grande capacidade de disseminação das sementes.



Página 13



O papel do solo no desenvolvimento das plantas



O solo possui características que interferem no desenvolvimento das plantas, que se

dele para fixar-se e retirarem a água e os nutrientes minerais necessários a sua

sobrevivência. A composição e compactação do solo determinam sua textura, a qual

interfere nas relações entre o ar, a água, os nutrientes e a temperatura, fatores que

influenciam a germinação e o desenvolvimento dos indivíduos. As condições de pH (ou

a determinação de alcalinidade e acidez) do solo também constituem outro fator

importante, na realidade este é um dos fatores que mais influenciam o desenvolvimento

das plantas, e estas, por sua vez, apresentam necessidades diferenciadas quanto ao solo.



Nesse aspecto, os alunos podem relacionar os diferentes tipos de plantas às

características de solo necessárias ao seu desenvolvimento. Por exemplo, o girassol é

uma planta que possui sistema radicular profundo, com raízes sensíveis à compactação

do solo e à presença do alumínio, isto é, eles não se desenvolvem bem em solos muito

compactos e são pouco exigentes em nutrientes. O potássio, o nitrogênio e o fósforo

estão entre alguns dos elementos cuja presença limitam o desenvolvimento dos

girassóis, que se desenvolvem melhor em solos alcalinos, superior a 5,2 em CaCl.



Após a apresentação da pesquisa, os alunos devem identificar os fatores

compactação, umidade, presença de nutrientes minerais e pH como as características do

solo que interferem no desenvolvimento das plantas e devem ser conhecidos antes do

início de qualquer cultura.



SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3



DIVERSIDADE NO REINO ANIMAL









Para começo de conversa



Página 13

• Os animais são multicelulares, heterotróficos e possuem células eucarióticas. Há,

também, características embriológicas comuns a todos os animais.









Páginas 13 -15

1. Resposta variável.

2. Resposta variável, mas a análise deste esquema deve gerar uma discussão com os

alunos sobre a evolução dos grupos animais.

3. São os poríferos, as esponjas marinhas, pois estes não possuem sistemas e tecidos.

Provavelmente muito semelhantes aos primeiros animais.

4. Todos, menos os dos poríferos. O sistema digestório pode ser completo ou fechado e

é o responsável pela ingestão, pelas modificações físicas e químicas dos alimentos e

a posterior absorção dos nutrientes para que sejam utilizados pelo organismo.

5. Assimétricos: esponjas marinhas (Poríferos).

Simetria radial: água-viva, anêmonas e estrela-do-mar (Cnidários e Equinodermos).

Simetria bilateral: os demais.

A simetria bilateral facilita a locomoção, a obtenção de alimento, a organização do

sistema sensorial etc.



6. Os grupos de animais podem ter reprodução assexuada e sexuada; entretanto alguns

grupos têm somente a sexuada. Na sexuada reprodução, há a junção de gametas, o

que não ocorre na reprodução assexuada.

7.



Porífero Cnidário Platelminto Nematódeo Anelídeo

Filo



Esponja Anêmona e Planária de

Lombriga Minhoca

Exemplo marinha Agua-viva água doce





Heterotrófica Heterotrófica Heterotrófica Heterotrófica Heterotrófica

Nutrição

Parasita,

Aquático, Terrestre

Aquático Aquático aquático ou

Habitat parasita úmido

terrestre



Assimétricos Radial Bilateral Bilateral Bilateral

Simetria

Presentes, três Presentes, três Presentes, três

Presentes,

Ausentes camadas, camadas, camadas,

Tecidos duas camadas

celomados celomados celomados

Móvel ou

Mobilidade Séssil Móvel Móvel Móvel

séssil

Presente

Presente Presente

incompleto

Sistema Ausente Ausente completo completo

(presença de

digestório

(boca e ânus) (boca e ânus)

boca)

Forma de

Sistema Ausente Presente Presente Presente

rede

nervoso



Sistema Ausente Ausente Presente Presente Presente

excretor

Presente/

Respiratório Ausente Ausente Ausente Ausente

cutânea

Presente/

Circulatório Ausente Ausente Ausente Ausente

fechado

Assexuada e Assexuada e Assexuada e

Sexuada Sexuada

Reprodução sexuada sexuada sexuada





Artrópode Cordado –

Artrópode

Molusco Equinodermo

Filo (inseto) Vertebrado

(aracnídeo)



Perereca,

tubarão,

Caracol

Aranha- Estrela-do- lagarto, bem-

terrestre e Barata

Exemplo caranguejeira mar te-vi,

lula

chimpanzé e

orca



Heterotrófica Heterotrófica Heterotrófica Heterotrófica Heterotrófica

Nutrição

Aquático ou

terrestre Terrestre Terrestre Aquático Terrestre

Habitat

úmido



Bilateral Bilateral Bilateral Bilateral Bilateral

Simetria

Presentes, Presentes, três Presentes, três Presentes, três Presentes, três

três camadas, camadas, camadas, camadas, camadas,

Tecidos

celomados celomados celomados celomados celomados



Mobilidade Móvel Móvel Móvel Móvel Móvel



Presente Presente Presente Presente Presente

Sistema completo completo completo completo completo

digestório

(boca e ânus) (boca e ânus) (boca e ânus) (boca e ânus) (boca e ânus)



Sistema Presente Presente Presente Presente Presente

nervoso



Sistema Presente Presente Presente Presente Presente

excretor

Presente/ Presente, Presente, Presente,

Presente/

brânquias ou pulmões branquial brânquias ou

Respiratório traqueal

pulmões foliáceos reduzido pulmão

Presente/

Presente/ Presente/ Presente/ Presente/

aberto

Circulatório fechado aberto aberto fechado

reduzido



Reprodução Sexuada Sexuada Sexuada Sexuada Sexuada





Observação: Professor, esta tabela tem mais informações do que as respostas

esperadas dos alunos.









Páginas 15 - 16

1. Sistema nervoso: é o principal regulador das funções orgânicas e tal controle é

realizado por meio de impulsos nervosos. Apresenta as funções: sensorial, motora e

associativa.

Sistema circulatório: é o responsável pela distribuição de elementos essenciais para

todas as partes do organismo, assim como a remoção de gás carbônico e outros

resíduos dos tecidos.

Sistema respiratório: é o que proporciona as trocas gasosas entre o organismo e o

meio. Proporciona a obtenção de gás oxigênio e a eliminação de gás carbônico

(hematose).

2. Durante o desenvolvimento embrionário, por meio de mitoses sucessivas, o zigoto

origina blastômeros, que, organizados de forma compacta, recebem o nome de

mórula, da qual se originam a blástula, a gástrula e a nêurula. As características

relacionadas ao desenvolvimento dos organismos são importantes para a

compreensão da evolução dos grupos. Tais características podem ser utilizadas para

relacionar os grupos de seres vivos:

a) Número de folhetos germinativos.

• Diblásticos (dois folhetos: ectoderma e endoderma) – cnidário.

• Triblásticos (três folhetos: ectoderma, endoderma e mesoderma) – de

platelmintos a cordados.

b) Origem da boca (blastóporo).

• Protostômios (blastóporo origina a boca) – cnidário a artrópodes.

• Deuterostômios (blastóporo origina o ânus) – equinodermos e cordados.

c) Cavidade interna (celoma).

• Acelomados (três camadas cavidade ausente). Ex: platelmintos.

• Pseudocelomados. Ex: nematódeos.

• Celomados. Ex: de moluscos a cordados.



A utilização de figuras que demonstrem as etapas do desenvolvimento embrionário

pode ajudar os alunos a identificar as características indicadas.









Página 16

1. A presença de coluna vertebral, crânio, mandíbula, quatro membros etc.

2.



Subgrupo Características

Anfíbios Pele úmida, ectotérmico

Peixes Esqueleto ósseo ou cartilaginoso, aquáticos, respiração

branquial, presença de escamas

Mamíferos Presença de pelos e glândulas mamárias, endotérmicos

Aves Presença de penas, endotérmicos

Répteis Pele queratinizada, presença de ovo com casca





3. Os ectotérmicos (peixes, anfíbios e répteis), em geral, apresentam menor atividade

em dias frios, o que não ocorre com os endotérmicos (mamíferos e aves), que

mantêm a temperatura constante do corpo independentemente do ambiente externo e

são ativos em dias frios e quentes.









Páginas 17 - 18

1. Alternativa b.

2. Alternativa e.

3.

a) Simetria radial: medusa (água-viva) e coral. Esponjas são assimétricas. Os que

têm simetria bilateral são a planária, a minhoca e o besouro.

b) Na simetria bilateral, existe um eixo principal que divide o animal em duas

partes. No caso da simetria radial, esse eixo não existe, podendo o animal ser

dividido em múltiplos planos de corte que passam pelo centro geométrico do corpo.

c) Porque a larva da estrela-do-mar apresenta simetria bilateral e, depois, na fase

adulta, a estrela-do-mar passa a ter simetria do tipo radial.

4.

a) A dos insetos.

b) O esqueleto externo, que oferece proteção, e as asas, que permitem a exploração

de diversos e novos ambientes.



SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4



NUTRIÇÃO HUMANA: DIGESTÃO, RESPIRAÇÃO E

CIRCULAÇÃO







Para começo de conversa



Página 19

• Resposta pessoal, embora os alunos geralmente citam os alimentos e o gás oxigênio

como fundamentais para a realização das atividades. Identificam ainda os órgãos dos

sistemas digestório, respiratório e circulatório como necessários para a realização

dessas atividades, mas não aprofunde a discussão neste momento.









Páginas 19 - 20

1.

Cardiovascular: responsável pela condução, distribuição e remoção de diversas

substâncias no corpo.

Digestório: responsável por obter os nutrientes necessários às diferentes funções do

organismo.

Respiratório: responsável pela entrada e saída de ar do nosso organismo, e faz as

trocas gasosas do organismo com o meio ambiente (hematose).

2. Ele sofre transformações físicas e químicas, por meio das quais são obtidas partículas

menores que serão absorvidas pelo organismo.

3. É o conjunto de atividades de transformações que ocorrem no interior de nossas

células, necessárias para as nossas ações diárias. Metabolismo basal é a energia

(medida em calorias) gasta pelo corpo durante o descanso para manter as funções

normais. Esse trabalho contínuo despende mais de 60% a 70% das calorias que

usamos e compreende o batimento cardíaco, a respiração e a manutenção da

temperatura corporal.





Páginas 21 - 23

1. O sistema cardiovascular consiste no sangue, no coração e nos vasos sanguíneos.

Para que o sangue possa atingir as células corporais e trocar materiais com elas, ele

deve ser constantemente impulsionado ao longo dos vasos sanguíneos. O coração é a

bomba que promove a circulação de sangue por cerca de 100 mil quilômetros de

vasos sanguíneos.

Os órgãos do sistema digestório são responsáveis pela ingestão, digestão, absorção

de nutrientes e eliminação de partículas não utilizadas pelo organismo. São eles a

boca, a faringe, o esôfago, o estômago, o intestino delgado, o intestino grosso, o reto

e o ânus. Ainda possui glândulas anexas, como as glândulas salivares, o fígado e o

pâncreas. A boca é responsável pela ingestão e início da digestão de amido. O

estômago, pela digestão de proteínas pelo suco gástrico, que é produzido pelas

paredes do próprio estômago. A maior parte da digestão ocorre na primeira porção

do intestino delgado, o duodeno, sob ação dos sucos intestinais, produzidos pela

parede do próprio intestino, e do suco pancreático, produzido pelo pâncreas. A bile

auxilia na digestão das gorduras. As duas últimas porções do intestino delgado são

responsáveis pela absorção dos nutrientes simples. O intestino grosso absorve água e

sais minerais e direciona parte do que não foi absorvido para o reto, a fim de que seja

eliminado pelas fezes. Bactérias da flora intestinal permitem a produção de

vitaminas, como a K e a B12.

O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários

órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses

órgãos são as cavidades nasais, a boca, a faringe, a laringe, a traqueia, os brônquios,

os bronquíolos e os alvéolos, os três últimos localizados nos pulmões. Partes dos

pulmões, os alvéolos são responsáveis pelas trocas gasosas entre sangue e ar. A base

de cada pulmão apoia-se no diafragma, órgão musculomembranoso que separa o

tórax do abdômen, presente apenas em mamíferos, e que promove, juntamente com

os músculos intercostais, os movimentos respiratórios.

2. Os tecidos são constituídos por células, isto é, tecidos são conjuntos de células

organizados para desempenharem determinada função. Os nutrientes são utilizados

pelas células na produção de novas substâncias que integrarão as células e permitirão

o seu desenvolvimento e reprodução. Essas novas células são necessárias para as

reposições dos tecidos.





Calculando a necessidade energética total (NET)



Páginas 21 - 23

3.



Ana Silvana Carlos Antônio Cibele César

GEB

1 379,6 1 300,1 1 651,1 1 893,5 1 527,5 1 612,5

NET

2 510 2 028 3 467 2 935 2 383 2 870





a) Sim, os homens têm mais gasto energético devido à maior quantidade de massa

muscular.

b) Ana tem uma atividade física mais intensa, é professora de ginástica, assim,

necessita de maior quantidade de energia.

c) Ela provavelmente vai emagrecer.

d) É esperado que Ana ganhe massa corpórea.

e) Funções do metabolismo basal (respiração, circulação, funcionamento de órgãos

vitais).









Páginas 23 - 26



Neste exercício, os alunos devem levar em conta alguns aspectos, tais como ter

conhecimento dos alimentos ingeridos; ingerir os alimentos de cada grupo de acordo

com a pirâmide; verificar a quantidade e a qualidade de gorduras ingeridas; consumir

fibras em quantidade adequada; ter uma dieta diversificada.



1.



Nutrientes Funções Alimentos ricos neste

nutriente

Fornecer energia às Cereais, massas, doces

Carboidratos

células etc.

Fornecer energia às Manteiga, toucinho,

Lipídios

células carnes gordas,

amendoim, soja etc.

Principais constituintes Carnes, ovos, feijão,

Proteínas

estruturais das células soja etc.

Essenciais para o Frutas, verduras, carne,

Sais minerais

metabolismo leite etc.





2.

a) Produto A, pela quantidade de proteína e cálcio.

b) O produto C. O produto B tem 84 kcal em 120 g e o produto C tem 142 kcal em

30 g, portanto o produto C é mais calórico.

c) Cerca de 18 unidades.

d) O produto B apresenta carboidratos em grande quantidade e também apresenta

proteínas. Os carboidratos são as principais fontes de energia para o nosso organismo

e as proteínas são fontes de energia e de matéria-prima para a sobrevivência do

organismo.



Páginas 26 - 27

1. Resposta variável, devendo basicamente conter informações, tais como:

Boca: mastigação – redução dos alimentos em pedaços menores; início da digestão

do amido pela amilase salivar, ou ptialina, transformando-o em maltose (duas

moléculas de glicose ligadas) e dextrinas (três a quatro moléculas de glicose ligadas).

Estômago: início da digestão das proteínas pela enzima pepsina, que produz

pequenas cadeias de aminoácidos chamadas oligopeptídios. Os carboidratos e as

gorduras não sofrem transformações no estômago.

Intestino delgado: completa-se a digestão dos carboidratos e das proteínas e ocorre a

digestão dos lipídios. No intestino delgado atuam o suco entérico (ou intestinal) e o

suco pancreático (produzido pelo pâncreas). As principais enzimas do suco entérico

são as peptidases, que atuam na digestão dos oligopeptídios, transformando-os em

aminoácidos, e as carboidrases, que atuam na digestão da maltose e da sacarose. As

principais enzimas do suco pancreático são a tripsina, que digere proteínas, a lípase

pancreática, que digere os lipídios que foram transformados em gotículas

microscópicas pelos sais biliares da bile, e a amilase pancreática, que digere

carboidratos como a amido e o glicogênio.

Os carboidratos, proteínas e lipídios que entraram no sistema digestório pela boca

estão transformados no duodeno em moléculas pequenas que podem ser absorvidas

pela parede do intestino delgado. Os carboidratos foram transformados em glicose, as

proteínas, em aminoácidos, e os lipídios, em ácidos graxos e glicerol.





2.



Suco digestivo Enzimas pH Local de Substrato digerido

ótimo atuação

Amilase salivar Neutro,

Saliva Boca Polissacarídio

pouco

alcalino



Pepsina Estômago

Suco gástrico Ácido Proteínas



Alcalino Proteínas e peptonas

Suco Tripsina Intestino

pancreático delgado



Alcalino Intestino delgado Polissacarídio

Suco Amilopsina

pancreático



Alcalino Lipídios

Suco Lípase Intestino

pancreático delgado



Alcalino Intestino delgado Lactose

Suco entérico Lactase



Sacarase

Suco entérico Alcalino Intestino Sacarose

delgado



Aminopeptidase Alcalino Intestino delgado Peptídios

Suco entérico

(oligopeptídios)









Páginas 27 - 28

1. Alternativa c.

2. Arroz: carboidrato; carne: proteína; salada: sais, vitaminas e fibras.

O amido presente no arroz será digerido por enzimas na boca e no intestino delgado,

transformando-se em glicose. As proteínas presentes na carne serão digeridas por

enzimas no estômago (suco gástrico) e no intestino delgado (suco entérico e

pancreático) e, então, são transformadas em aminoácidos.

3. Alternativa a.



4.

a) No estômago, porque no estômago há o suco gástrico, que possui ácido.

b) A amilase salivar; na boca.

c) Elas não funcionariam, pois as proteínas desnaturariam e perderiam sua função.



SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5



A REPRODUÇÃO EM ANGIOSPERMAS E EM HUMANOS









Para começo de conversa



Página 29

1. Reprodução significa produzir novamente, isto é, copiar-se.

2. São duas as formas de reprodução: a sexuada e a assexuada. O brotamento nos

poríferos e a bipartição em bactérias, por exemplo, são formas de reprodução

assexuada, enquanto quase todos os organismos se reproduzem sexuadamente.

Bactérias e protozoários, embora não produzam gametas, trocam material genético.

Em todos os grupos de plantas é possível encontrar tanto a reprodução assexuada e

como a sexuada.

3. Não, só as angiospermas, nas quais as flores têm função reprodutiva.









Páginas 29 - 30

1. O texto cita a fertilização, também conhecida como fecundação, que é a união das

células reprodutoras (gametas).

2. Os alunos devem abordar os processos de produção e dispersão dos gametas (células

reprodutoras).









Páginas 30 - 32

a) Os óvulos e os grãos de pólen . Neste caso, cada grão de pólen é normalmente

constituído por uma célula haploide. Esta se multiplica por mitose e gera o tubo

polínico, que origina dois núcleos que participam do processo de fecundação. O

óvulo contém a oosfera. Converse com os alunos durante a correção.

b) A célula feminina, nos ovários; e o grão de pólen, na antera.





Página 32

1. Polinização é o transporte do pólen da antera ao estigma. Os alunos devem relacionar

o perfume, a presença do néctar e até o formato do pólen aos processos que garantem

o transporte: a água, o vento ou os animais, como insetos, aves etc. Os alunos também

identificarão a formação do tubo polínico, a do zigoto e a do núcleo triploide (3n),

bem como do zigoto vai se desenvolver embrião e do núcleo 3n o endosperma .

2. Os alunos devem perceber que, na maioria dos casos, os ovários se desenvolvem,

transformando-se em frutos.

3. Os alunos vão notar que os zigotos se desenvolvem em embriões, que ficam

localizados no interior das sementes.

Página 33





Estrutura Angiospermas Seres humanos



Feminino Masculino Feminino Masculino

Gerado pelo óvulo* Gerado pelo Óvulo Espermatozoides

Gametas

grão de

pólen*

Produção de Ovários Antera Ovários Testículos

gametas



Transporte do Polinização até o estigma. O grão Pênis transporta o

de pólen se desenvolve em tubo espermatozoide para o corpo

gameta

chamado de polínico, que cresce até feminino; e, dentro da mulher, o

masculino

chegar ao ovário. espermatozoide “nada” até o

óvulo.

Fecundação e O tubo polínico transporta o núcleo O óvulo é penetrado pelo

espermático, o qual fecunda a espermatozoide nas tubas

formação

oosfera, que está dentro do óvulo. uterinas.

do zigoto

* O óvulo contém a oosfera e o pólen, os núcleos polares ou espermáticos

Página 34



Os alunos devem identificar a atuação sobre o tubo polínico.

Página 34 - 36

1.

a) O óvulo contém o gameta feminino (oosfera), dentro do ovário. Após a

fecundação da oosfera pelo núcleo espermático do tubo polínico, o óvulo origina a

semente, que contém o embrião (2n) e o endosperma de reserva (3n). O fruto então é

originado com o desenvolvimento do ovário fertilizado.

b) As sementes são produzidas pelas plantas que produzem flores: as angiospermas.

Estas sementes garantem a proteção do embrião e contribuem para a dispersão desses

vegetais no ambiente terrestre.

2.

3.

a) Não. Pinheiros (gimnospermas) e ipês (angiospermas) são plantas produtoras de

grãos de pólen, enquanto os musgos e as samambaias formam esporos.

b) Algumas plantas como as samambaias produzem esporos, os quais germinam,

formando prótalos, geralmente hermafroditas. E os grãos de pólen germinam

formando tubos polínicos.

4. Alternativa c.

5. Alternativa d.

6. Alternativa c.

Páginas 37 - 39

1. Quando a célula se divide por mitose, o resultado são duas células iguais, com a

mesma quantidade de material genético; quando se reproduz por meiose, o resultado

são quatro células, com metade do material genético.

2. Antes da divisão celular, o material genético copia-se. Esse material será misturado

ou não, de acordo com o tipo de reprodução.

Os gametas são produzidos por meiose, que separa os cromossomos homólogos

(pareados) e origina quatro células com metade do material genético. Na fecundação,

os pronúcleos dos gametas se fundem, formam um núcleo diploide e o número de

cromossomos volta a ser o número próprio da espécie. Há, portanto, uma “mistura”

de material genético dos pais.

3. Há a possibilidade da ocorrência de falhas, isto é, pequenos erros no processo de

cópia, originando células-filhas não exatamente iguais à célula-mãe. Este é o

conceito de mutação. Tais mutações podem modificar características dos indivíduos

ou ser totalmente irrelevantes. Essas mutações ocasionam o aparecimento de novas

formas de um gene (alelos), e muitas doenças humanas sérias são decorrência disso.

Quando tais mutações ocorrem nas células germinativas, são transmitidas para as

gerações seguintes.

4. Assexuada. A reprodução assexuada produz um grande número de indivíduos

geneticamente idênticos em curto prazo de tempo. Na reprodução sexuada os

organismos são gerados num intervalo de tempo maior e com maior variabilidade.

5. Na reprodução sexuada ocorre mistura de material genético, mas tal mistura não

acontece na assexuada. E a reprodução sexuada e as mutações constituem o princípio

da variedade das espécies.



Página 40

1. A reprodução ocorre de forma assexuada, com o uso de mudas, isto é, gemas

existentes no rizoma que originam novas bananeiras resultantes de bananeiras

preexistentes.

2. O objetivo era conseguir mudas de melhor qualidade, isto é, resistentes a pragas.

3. Não, pois originam plantas diferentes, anãs, de baixa produtividade.

4. A mutação.

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